Geração de energia hidráulica. Fique por dentro!

Muito tem se falado, nos últimos dias, sobre a escassez de água nos reservatórios de água, criando uma situação de risco hidrológico que já está afetando os consumidores de energia por todo o País. Há dois meses, a Agência Nacional de Energia Elétrica, a ANEEL, adotou a bandeira vermelha patamar-2 que, inclusive, sofreu um aumento.

Conforme o Anuário Estatístico de Energia Elétrica de 2021, com base em dados de 2020, a fonte hidráulica representou 63,8% da energia elétrica gerada em todo o País, enquanto as demais fontes geraram 36,2%.

Ou seja, ainda temos uma dependência substancial da energia que é gerada por fontes hidráulicas.

Conforme informação do site da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a potência instalada determina se a usina é de grande porte, médio porte ou pequeno porte. Dentro dessa concepção, a ANEEL, portanto, adota três classificações, sendo:

– Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH, com até 1 MW de potência instalada)
– Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH, entre 1,1 MW e 30 MW de potência instalada)
– Usina Hidrelétrica de Energia (UHE, com mais de 30 MW de potência instalada).

Ainda de acordo com a CCEE, o porte da usina também determina as dimensões da rede de transmissão que será necessária para levar a energia até o centro de consumo.

No caso das hidrelétricas, quanto maior a usina, mais distante ela tende a estar dos grandes centros. Assim, exige a construção de grandes linhas de transmissão em tensões alta e extra-alta (de 230 kV a 750 kV) que, muitas vezes, atravessam o território de vários Estados.

 Instaladas junto a pequenas quedas d’água, as PCHs e CGHs, no geral, abastecem pequenos centros consumidores – inclusive unidades industriais e comerciais individuais – e não necessitam de instalações tão extensas para o transporte da energia.

Com informações da CCEE- https://www.ccee.org.br

COMO FUNCIONA